Flávio Bolsonaro abordou o recorde de feminicídios em 2025 para criticar a segurança pública, enquanto a campanha de Lula escalou a primeira-dama Janja para apresentar medidas voltadas às mulheres na propaganda eleitoral de rádio desta quinta-feira.

Flávio associa feminicídios à segurança pública

O senador Flávio Bolsonaro (PL) centrou sua mensagem no horário eleitoral em críticas ao número recorde de feminicídios registrado em 2025. Ele classificou os crimes como covardes e prometeu, caso eleito, dar atenção especial ao tema, afirmando que os responsáveis devem pagar pesadamente dentro da lei.

Apresentando-se como pai, marido e filho, o candidato do PL buscou conectar a violência contra a mulher ao discurso de endurecimento das políticas de segurança. O programa atribuiu ao governo de Lula e ao PT a responsabilidade pela atual situação.

Campanha de Lula destaca Janja pela primeira vez no rádio

No programa petista, a primeira-dama Janja da Silva participou pela primeira vez dos blocos de rádio desta campanha. Ela apresentou ações do governo direcionadas às mulheres, reforçando a estratégia de vincular a candidatura à proteção e ampliação de direitos.

Janja já havia aparecido na estreia da propaganda na televisão. A campanha de Lula também investiu em inserções de 30 segundos sobre a proposta de reduzir a jornada de trabalho para seis dias por um de descanso, sem redução salarial.

Distribuição de inserções no horário eleitoral

De acordo com mapas de mídia do Tribunal Superior Eleitoral, Flávio teve dez spots de 30 segundos previstos para esta quinta-feira, todos focados em segurança. Lula contou com 12 inserções, voltadas à proposta de mudança na jornada de trabalho.