A mais recente edição da pesquisa Futura/100% Cidades, divulgada em 11 de setembro de 2026, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 39,2% das intenções de voto no primeiro turno. No segundo turno, Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente, porém dentro da margem de erro.

Intenções de voto no primeiro turno

Lula aparece isolado na liderança com 39,2%. Flávio Bolsonaro registra 33,6%. Augusto Cury (Avante) soma 6,4%, Ronaldo Caiado (PSD) 4,4%, Renan Santos (Missão) 4,3%, Pablo Marçal (PRTB) 2,3% e Romeu Zema (Novo) 0,7%.

Projeção de segundo turno

Flávio Bolsonaro marca 45,4% contra 45% de Lula. O resultado configura empate técnico. Os dois candidatos também apresentam índices de rejeição praticamente idênticos: 45,8% para Lula e 45,7% para Flávio.

Avaliação dos poderes e do presidente

O STF é reprovado por 56,2% dos entrevistados e aprovado por 30,8%. O Congresso Nacional registra 60,4% de reprovação e 26,8% de aprovação. Quanto ao desempenho de Lula, 45% consideram o governo ruim ou péssimo, 36,4% ótimo ou bom e 17,1% regular. A reprovação ao presidente chega a 51,2%, enquanto a aprovação fica em 45,4%.

Metodologia

Foram realizadas duas mil entrevistas entre 4 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-02322/2026.

Frequently asked questions

Qual a posição de Lula no primeiro turno?

Lula lidera com 39,2% das intenções de voto segundo a pesquisa Futura divulgada em setembro de 2026.

Como fica o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro?

Flávio registra 45,4% e Lula 45%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.

Quais os índices de rejeição dos dois?

Lula tem 45,8% de rejeição e Flávio 45,7%, também em empate técnico.

Key takeaways

  • Lula soma 39,2% no primeiro turno da pesquisa Futura.
  • Flávio Bolsonaro aparece com 33,6% no mesmo levantamento.
  • Segundo turno mostra empate técnico entre os dois nomes.
  • Rejeição de Lula e Flávio está praticamente igualada.
  • STF e Congresso registram reprovação acima de 56%.