Lula vs. Flávio Bolsonaro: Cenário Estável

Uma pesquisa recente conduzida pelo BTG/Nexus, divulgada na segunda-feira, 17 de agosto, aponta que o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) detém 47% das intenções de voto em um possível segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que aparece com 44%. Embora Lula apresente uma vantagem numérica, os dois candidatos continuam em situação de empate técnico, considerando a margem de erro do levantamento. Este resultado é idêntico ao da pesquisa anterior, de 10 de agosto. Em um estudo anterior, de 3 de agosto, Lula registrava 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro. Votos brancos, nulos ou a opção 'nenhum dos candidatos' somam 8%, enquanto 1% dos eleitores não souberam responder.

Disputa com Ronaldo Caiado e Romeu Zema

No cenário em que Lula enfrentaria Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás, a situação também é de empate técnico. Lula marca 46% das intenções de voto, enquanto Caiado obtém 42%. Comparado à pesquisa anterior, Lula teve uma oscilação negativa de um ponto percentual, dentro da margem de erro, e Caiado manteve sua pontuação. Nesse cenário, 11% dos eleitores optariam por branco, nulo ou nenhum dos candidatos, e 2% não souberam informar. Contra Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, Lula venceria por 46% a 41%. Na pesquisa anterior, o presidente tinha 47% contra os mesmos 40% de Zema. Aqui, 11% são votos brancos/nulos/nenhum, e 2% não souberam.

Confronto com Renan Santos

Em uma simulação de segundo turno contra o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito com 47% dos votos, contra 37% de Santos. Neste cenário, 14% dos votos seriam brancos, nulos ou nenhum dos candidatos, e 3% não souberam responder. Na pesquisa anterior, Lula liderava com 46% contra 37% de Renan Santos.

Metodologia da Pesquisa

A pesquisa BTG/Nexus entrevistou 2.003 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 14 e 16 de agosto. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O estudo está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03317/2026.