Márcia Gimenez, de 44 anos, relata que após aumento no plano de saúde optou pela rede pública e encontrou menor tempo de espera no Hospital de Base. Outros pacientes, como Luísa Mar e Alessandro Alves, descrevem esperas superiores a cinco horas e problemas de estrutura.
Relatos de pacientes
Márcia Gimenez de Jesus, de 44 anos, mudou para a rede pública após o plano de saúde subir de R$ 440 para R$ 1,1 mil. Ela afirma que o tempo de atendimento tem sido menor no Hospital de Base do que na rede privada, onde enfrentou demoras para autorizações de exames.
Luísa Mar, de 48 anos, acompanhava a sobrinha e relatou que a triagem pode levar mais de cinco horas. Ela mencionou casos de grávidas que entraram em trabalho de parto durante a espera e criticou a precariedade de equipamentos e estrutura.
Posição da Secretaria de Saúde
A assessoria da SES-DF informou que o atendimento em emergências segue classificação de risco, não ordem de chegada. Pacientes menos graves podem aguardar mais em períodos de alta demanda.
A pasta citou medidas como recomposição de equipes, ampliação de consultas, exames e cirurgias, aumento de leitos e reformas nas unidades para reduzir filas.
Contexto das demandas
Segundo a secretaria, as principais queixas envolvem urgências, consultas especializadas, exames e cirurgias. Projetos buscam reorganizar fluxos e integrar equipes para maior agilidade.