Fernando Haddad afirmou nesta sexta-feira, 4 de setembro de 2026, ver com tristeza a crise institucional no Supremo Tribunal Federal ligada às investigações sobre o Banco Master. O ex-ministro defendeu autonomia da Polícia Federal e quebra total de sigilo das apurações.

Declarações de Haddad

Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda e candidato do PT ao governo de São Paulo, manifestou tristeza diante da crise institucional envolvendo o STF e as investigações sobre o Banco Master. Ele classificou como ruim a participação de pessoas de alta patente no caso, sem citar nomes específicos.

Pedido de transparência

Haddad defendeu a quebra de sigilo de toda a investigação conduzida pela Polícia Federal. Segundo ele, o caso precisa ser esclarecido de forma completa e não de maneira individual. Ele afirmou que a população deve ter acesso às informações para formar opinião antes das eleições presidenciais.

Contexto do escândalo

O petista mencionou a proximidade de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, com ex-ministros do governo Bolsonaro e o financiamento de campanhas de Jair Bolsonaro e de Tarcísio de Freitas. Haddad indicou que não teve acesso aos autos da delação e evitou comentar detalhes específicos. [TO VERIFY: fontes adicionais sobre delação de Vorcaro]

Autonomia da PF

Haddad reforçou a necessidade de a Polícia Federal atuar com autonomia para investigar qualquer autoridade, incluindo juízes, ministros, deputados e senadores. Ele questionou a manutenção de sigilo em inquéritos como o do filme Dark Horse.